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	<title>Ser e Pertencer &#8211; Vida em Conexão</title>
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	<description>A Ser e Pertencer auxilia quem procura autoconhecimento e direcionamento nas relações com o outro. Através de atividades que despertam a consciência e a construção da autonomia gerando Vida em Conexão!</description>
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		<title>Passantes amorosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 20:44:30 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>Como passamos por diferentes momentos da vida?</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que somos como espécie humana? Somos apensas um momento no processo da vida. Essa é a melhor e mais sensata definição inquestionável. Ninguém pode negar que somos passageiros, que surgimos e desaparecemos. Esse aparecer e desaparecer não está em nossas mãos, apenas chegamos, passamos e nos despedimos. Parece trágico pensar dessa forma, mas não é. Na verdade, é estimulante viver com essa consciência por três motivos especiais.</p>
<p>O primeiro motivo é que, diante da realidade de sermos passantes, nos questionamos como desejamos passar. A qualidade da nossa percepção dessa consciência nos conecta com a vida. Nada nesta existência é permanente, então, como a vida é constantemente renovada, por que não passar amando tudo que simplesmente é naquele momento do processo? O oposto do amor é pensar e sentir que a vida deve atender aos nossos desejos limitados, que são restritos ao nosso mundo particular, sem expandir nossos horizontes.</p>
<p>A forma como viver a vida é determinada pela visão que criamos do mundo. Ela pode ser restrita à nossa necessidade ou pode ser compatível com a gratuidade da vida. Expansiva e aberta. Para ampliar nossos horizontes, precisamos sair de nós mesmos, ou seja, abandonar a percepção de uma individualidade que enxerga o mundo apenas a partir de si mesmo e que acredita estar observando a realidade como ela é. Ver e sentir a realidade de forma aberta é se perder na unidade com o horizonte. Esse movimento segue o fluxo do momento no processo da vida.</p>
<p>Como passar por aquilo que estamos vivenciando com amor? Ampliando o olhar, sentindo e percebendo os amplos e infinitos horizontes. Perder-se até se tornar um com tudo e com todos. Na plena unidade, não existem diferenças, mas nos vemos em tudo e em todos. Assim, sentimos que, enquanto passamos, só nos resta amar durante o percurso. É tempo de passar com amor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espaços vagos</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/espacosvagos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 12:03:58 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>É preciso reservar tempo para alimentar a vida com vida.</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Organizar a agenda com atividades, planos, compromissos e encontros é algo comum nos dias atuais. É quase incomum que alguém viva sem um mínimo de planejamento diário. Alguns são tão obcecados em cumprir a agenda que acreditam que a vida se encaixará perfeitamente em seus planos. Outros, mais flexíveis, usam a agenda, mas deixam espaço para imprevistos, pois aprenderam que a vida fala mais alto do que seus planos.</p>
<p>No meio das tarefas que preenchem nossa agenda diária, surge uma pergunta inquietante: quando é o momento em que nos retiramos da agitação da agenda para nos nutrirmos interiormente (mente e coração) com novas experiências? Se não há espaços em branco na agenda, o excesso de atividades encontrará o vazio em nossa situação. Por isso, é necessário reservar na agenda momentos vagos para nos alimentarmos da vida e respirarmos novos ares em nossa existência finita.</p>
<p>Além das atividades semanais, que geralmente têm um tom de obrigação ou utilidade, é importante incluir atividades inúteis, prazerosas, que nos nutrem com a verdadeira essência da vida. Ações que estimulam e alimentam nosso cérebro e nossos sentimentos. Uma espécie de cultivo da conexão com a vida em sua natureza e simplicidade.</p>
<p>Sugerimos incluir, além das atividades habituais na Ser e Pertencer (cursos), os minicursos, as viagens-cursos e, a partir de agosto, os retiros de abertura (novidade). Fique atento, pois já já é possível efetuar a inscrição para o nosso primeiro retiro de abertura pela Escola do Sentir. É hora de fazer as reservas para viver melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Despertar</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/despertar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 21:06:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>Os sinais pelo caminho tentam nos despertar</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se o viver fosse um grande sonho no qual a vida significasse o despertar, quais seriam os sinais pelo caminho que intentam nos acordar? Podemos compreender por sonho ancorar a vida nas aparências, imagens e concepções que levamos conosco como ferramentas que interpretam, avaliam e julgam a realidade. Sonhar é fazer de um ponto de vista a realidade. É lidar com uma perspectiva e acreditar que está diante do todo.</p>
<p>A maioria de nós enxerga a vida a partir do seu próprio viver, das histórias pessoais, dos desejos e dos medos. Esse pacote que carregamos se torna a lente que comumente usamos para modelar a realidade e seguir vivendo a partir delas. Isso significa que vemos a realidade a partir do nosso mundo construído como um ponto de vista que acreditamos ser a verdade. Que grande sonho vivemos! O mais interessante é que durante a jornada sonífera, muitos acontecimentos, situações inesperadas e momentos oportunos se mostram como luzes sinalizando que o nosso ponto não é a realidade.</p>
<p>Os sinais que intentam nos despertar são contraditórios ao que esperamos, avaliamos, interpretamos e julgamos do nosso lugar restrito que é a história pessoal. Se mostra contraditório e reagimos com resistência, rejeição, fechamento e até ignoramos esses acontecimentos, situações, momentos e desencontros. Como reagimos com uma força de bloqueio, não conseguimos acordar do sonho de viver a partir de nós.</p>
<p>Os sinais continuarão pelo caminho independente do nosso desejo, medo, expectativa ou memórias pessoais. Acolher, deixar reverter formas de olhar, desmontar o ponto como verdade única, desconstruir a interpretação como fonte do absoluto, é se ver como personagem construído para sobreviver e como fôlego de vida momentânea e passageira. É tempo de reconhecer, acolher e amar o despertar que os sinais trazem consigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Expectativas</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/expectativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 13:39:07 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>Viver sem expectativa é possível?</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qual é a origem das nossas expectativas? Já parou para analisar que todos os nossos pensamentos são abastecidos de imaginação e contêm expectativas? Observe como sua mente funciona. Perceba quantos pensamentos estão recheados de “como gostaríamos que fosse”, “como imaginamos que seria” e mais, nossas expectativas são referenciais fundamentados nas memórias que carregamos sobre o que deu certo ou não acerca das vivências que experimentamos.</p>
<p>Agora que você já sabe que a expectativa é quase automática no funcionamento da mente, pergunte-se quantas dores, frustrações, desilusões, tristezas e decepções estão associadas às nossas expectativas? Mas, você poderia pensar: “foi fulano/a que me causou essa dor” e/ou “o que eu idealizei (expectativa) sobre fulano/a que não foi efetivado e isso me gerou frustração”? Parece que nossas dores, frustrações e desilusões estão diretamente relacionadas às expectativas que criamos dentro da nossa mente, no campo da imaginação criativa.</p>
<p>Então, que tal pensar que a expectativa é uma medida que você estabeleceu para você mesmo? Um tipo de quadro que você pintou dentro da sua imaginação de acordo com a sua necessidade e desejos? E se a expectativa for um conjunto de desejos que você está construindo sobre o que espera de lugares e pessoas, de acordo com o seu mundo particular e, que nem esses espaços e nem essas pessoas sabem o que você criou dentro da sua mente? Alguém pode ser causador pelo cenário mental que é somente seu?</p>
<p>Te proponho uma nova prática que talvez seja mais coerente com a condição da natureza de viver. Que tal exercitar ir a lugares, relacionar-se com pessoas despindo-se do mundo imaginário das expectativas? Tal e qual deixar os olhos livres para contemplar situações que estão além sua mente? Deixar o coração aberto para sentir a vida em suas diversas possibilidades. Como seria a experiência do nosso dia a dia sem cultivar a expectativa?<br />
“O não criar expectativa” pode levá-lo a experienciar o que a vida trará e que está fora das suas necessidades, desejos, medos e lembranças. É tempo de abrir espaço para ir além do mundo particular.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em frente</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/em-frente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 20:53:29 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>Seguir pelo caminho que está diante de nós é uma sábia alternativa</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Talvez a maior dificuldade que encontramos para visualizar o caminho que está diante de nós emana daquela &#8220;divisão&#8221; que comumente aparece em nosso pensamento, o qual aparenta viver entre o passado, com suas lamentações e o futuro, com suas expectativas. Na verdade, é como se estivéssemos tentando amenizar a dores do passado e almejando desfrutar dos prazeres do futuro. Essa dicotomia ilusória pode provocar dores que adoecem nossos sentimentos.</p>
<p>Sair dessa armadilha mental &#8211; que busca o controle do incontrolável &#8211; é saúde para nossa perspectiva de vida. O passado é imutável e, o futuro é tão improvável quanto o que a nossa mente costuma fazer tentando controlar a vida (e esse controle não passa de ser tentativa, realmente). Aprender a cessar esse movimento estressante, e muitas vezes sufocante, é uma prática de sabedoria.</p>
<p>Existem inúmeros exercícios que nos auxiliam e aqui, desejo sugerir ao leitor algo que pode vir a ser bem eficaz: observar com muitíssima atenção, buscando perceber, procurar com empenho, esse <strong><em>convite</em></strong> que está diante de nós, significa aprender a acolher o que é como é, para assim equivaler ao que o caminho nos convida a ser naquele momento.</p>
<p>Viver entre nossos medos/passados e desejos/futuro, parece cansativo e desgastante para nossa energia vital. Tirar a mente dos tempos que não existem pode significar saúde e bem estar. Se observe e seja uma testemunha da sua própria mente, perceba seus pensamentos, seus medos e desejos, percorra aonde estão associados e/ou fincados. Tira-los do passado ou futuro – pode te levar a encontrar o agora e o caminho a seguir, seja como for. Dessa forma, recuperará a inteireza do seu ser e a proximidade com o que realmente é, esse instante.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Refinar o sentir</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/refinar-o-sentir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 11:43:35 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>Educar o sentir é um tipo de refinamento que gera qualidade humana</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Educar é aprender a viver coletivamente. A educação de conteúdos culturais e sociais introduz a pessoa no saber construído na história humana. Um saber acadêmico que forma e estrutura o raciocínio lógico e mental. Podemos dizer que, a educação racional e objetiva &#8211; que é a formal ou acadêmica &#8211; se propõe a auxiliar na atuação de acordo com a cultura correspondente. Mas, existe uma educação necessária e urgente que refina a nossa sensibilidade.</p>
<p>A sensibilidade também precisa ser educada, pois sentir por sentir leva o ser humano para dois caminhos opostos. Por um lado, aprende a reprimir o que sente e por outro lado, impulsiona sem nenhuma fronteira o que veio como um tsunami. Tanto um como outro é devastador, é bruto, requer trabalho para modelar e aprimorar.</p>
<p>Mas, como educar o sentir sem as fronteiras da razão? Como refiná-lo e ao mesmo tempo reformar a mente? Os sábios nos mostraram diversos caminhos, usaram múltiplas ferramentas e iluminaram o caminho para nós. As tradições de sabedoria não falam de regras a seguir e não estabelecem normas para o sentir. A sabedoria presente em textos antigos, religiosos ou não, nos ensinam por meio de histórias, poemas, narrativas simbólicas, a importância de educar o sentir. Essa educação passa pela atenção, percepção, indagação e descoberta de onde se origina o que<br />
sentimos e como sentimos.</p>
<p>O nosso sentir profundo é o que nos une a vida. É o que nos tira da dualidade de um EU e um OUTRO. Não são apenas sentimentos momentâneos ou passageiros ligados aos humores do nosso corpo. A nossa sensibilidade profunda é ponto central que nos conecta com a vida em sua totalidade. Esse mês estaremos lançando a ESCOLA DO SENTIR, com o objetivo de educar o nosso sentir por meio das diversas tradições de sabedoria – orientais e ocidentais – meditando e compartilhando de que forma esses textos refinam nosso sentir, gerando qualidade humana.</p>
<p>Em tempos de transformações profundas, é necessário educar o sentir que gera qualidade humana.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mundo particular</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/mundo-particular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 20:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Milene Costa A visão do mundo particular é estreita ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>A visão do mundo particular é estreita</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qual é a origem dos nossos pensamentos? De onde surgem nossas interpretações? Onde nasce nossos desejos? O que afeta nossos sentimentos? O que provoca o medo? Investigar o surgimento do que pensamos e sentimos é descobrir que existe um mundo particular dentro de nós, que foi construído pelo acolhimento das atitudes e sentimentos daqueles que estavam perto de nós, do que interpretamos e concluímos como bom e mal.</p>
<p>Existe um mundo particular dentro de cada pessoa. Esse mundo particular é construído pela mente em seus múltiplos pensamentos, definições, imaginações, projeções e representações. Também os sentimentos são delimitados pelo mundo particular que se construiu dentro de um outro mundo particular. De tantas particularidades achamos que a vida é o nosso mundo particular. Nos equivocamos nesse momento.</p>
<p>Por que isto? Porque não podemos definir o mundo imenso, amplo e múltiplo a partir de nossa particularidade. Uma particularidade é cercada, fechada, com fronteiras definidas e com espaços demarcados. Essa é uma das bases dos nossos conflitos interiores, desejamos que o mundo esteja de acordo com o nosso mundo particular. Nos frustramos, pois, a vida nos convida sempre a sair do nosso mundo particular e conhecer a imensidão dos mundos diversos e possíveis.</p>
<p>Não deixamos de existir no nosso mundo particular. Mas, conhecer os mundos imensos e diversos fora de nós ajuda a mudar a maneira de ver a vida, amplia nossas fronteiras e alarga nossas possibilidades. Fixar o olhar, a mente e o sentir apenas em nosso mundo particular é experimentar constantemente dores infindáveis. É tempo de sair dos mundos particulares e conhecer as possibilidades do universo imenso que nos aguarda. Feliz 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Giros significativos</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/giros-significativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 19:47:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Milene Costa Fazer mudanças é uma atitude a favor d ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>Fazer mudanças é uma atitude a favor da vida</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dizem que quem gosta da vida como ela é, está em comunhão com o bem viver. Mas, como a vida é? Quando pensamos na vida, estamos nos referindo ao que nos escapa, ao que não depende de nós, ao que mostra nossa condição e ao que revela nossa situação. Vamos refletir um pouco sobre condição e situação, e dessa forma, preparar um pouco nossa vida para viver o processo momentâneo de existir.</p>
<p>Condição é aquilo que se apresenta independente do nosso desejo, vontade ou modificação. Por exemplo, nossa condição de finitude, impermanência e contradição. A mortalidade faz parte da renovação da vida e sua condição é renovar-se constantemente. A impermanência é estado constante de vida. Nada permanece e essa condição é nítida.<br />
A contradição é a nossa condição de realidade, não somos perfeitos embora busquemos a perfeição, não somos imortais, mas, vivemos ignorando essa realidade. Sabemos o caminho e apagamos a luz para termos a justificativa de que não conhecíamos o trajeto.</p>
<p>A situação é tudo aquilo que se apresenta dentro e fora dos limites acessíveis e possíveis. A nossa interdependência é uma situação de existência. Tudo nos afeta direta ou indiretamente. Seja o que for, movimenta por meio das nossas vidas e isto pode chegar até nós de várias formas: branda, média ou forte. Nossa conexão com tudo e com todos é tão significativa que se nos permitimos perceber, pensaríamos melhor sobre como vivemos nossa vida. A situação é que não importa o tanto que você tenta garantir segurança, proteção e sobrevivência. Qualquer movimento altera a situação que você se encontra.</p>
<p>A condição e a situação são compreensões que provocam um giro significativo em nossas vidas, se aprendermos a viver com eles, por eles e na presença deles. A condição de existir é renovação e a situação de viver é adequação. Tanto renovação quanto adequação são movimentos que provocam mudanças na maneira de ver a vida. E nada<br />
mais urgente que modificar a maneira de ver tudo, inclusive você mesmo.</p>
<p>Boas festas, com renovação e adequação para 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A casa adoecida</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/a-casa-adoecida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 19:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[milene costa]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
		<category><![CDATA[sentir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Milene Costa Os tempos revelam que o nosso coração  ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>Os tempos revelam que o nosso coração está doente e a nossa mente está entorpecida</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que habita em nós está presente na maneira de pensar e na forma de sentir. Tanto os pensamentos como os sentimentos são construídos à medida da nossa realidade, da nossa interpretação e do nosso mundo. Tudo em nós é uma construção cultural, uma formação de como o desejo e o medo foram ensinados por aqueles e aquelas que nos mostraram o caminho. Por meio do que aprendemos com os desejos e os medos, presente em êxitos e fracassos, alegrias e dores, construímos nosso mundo de expectativas por meio das lembranças reforçadas e enraizadas em nós.</p>
<p>Uma vez determinado que tudo que foi formado e construído se transformou em verdades absolutas dentro da estrutura de pensar e sentir, reproduzimos e mantemos a mente limitada a um mundo edificado com os sentimentos adoecidos e marcados pelo campo estreito das referencias particularizadas. Quando se dá por real o que não é a vida em sua totalidade, encerramos o pensar e o sentir numa prisão que nos elimina aos poucos por meio do sofrimento, da confusão e da enfermidade mais grave de todas, a cegueira interior.</p>
<p>A mente &#8211; residência dos pensamentos &#8211; é campo aberto de aprendizado contínuo. A coragem para reformar, reconstruir, limpar, desconstruir e refazer os campos dos pensamentos, das ideias e dos conceitos consiste em alargar a mente, modificando a forma de enxergar situações e momentos. O pensar é campo aberto, pois o conhecer é um universo de possibilidades infinitas. O meu sentir é tão prisioneiro dos medos e desejos que necessita ser livre do meu mundo para conhecer outros caminhos. Quando o sentir se fecha na construção mental, cai enfermo e adoecido, consumindo toda a energia de viver.</p>
<p>É possível curar a mente e o coração! Que notícia sublime! Não estamos condenados ou condenadas a vivermos fechados em nosso mundo de acordo com as nossas próprias medidas. Podemos ampliar os nossos horizontes e desvincular os pensamentos e os sentimentos das nossas histórias para construir novos olhares, novas estruturas e novos sabores de sentido. Essa mudança não é mágica e nem fruto apenas do desejo, é importante cultivar diariamente esse exercício que nos arranca de nós mesmos/as. É tempo de curar a mente e o coração.</p>
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		<title>Crise de valores</title>
		<link>https://serepertencer.com.br/crise-de-valores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ser e Pertencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 00:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[milene costa]]></category>
		<category><![CDATA[ser e pertencer]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por Milene Costa</p>
<blockquote><p><strong>Seguimos diante de uma crise de valores e dispomos de uma oportunidade única!</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acordamos cada dia com a sensação de que algo mudou. A sensação que temos diariamente é que a humanidade se encontra em um barco à deriva e dentro dele, estamos todos e todas. As formas de lidar com a sensação de estarmos à deriva são múltiplas, diversas e complexas. Estar à deriva nos desperta para perceber o que não vale mais e ao mesmo tempo nos convida a saber como redirecionar o barco na direção que desejamos.</p>
<p>Dentro de um barco à deriva &#8211; metáfora que utilizamos para descrever a sensação que estamos vivendo com todas as mudanças diante de uma crise de valores sem precedentes &#8211; nos faz analisar como cada um está reagindo diante desse tempo. Uns estão como que dormindo, esperando que alguém tome a direção do barco e conduza a vida à sua normalidade, esse grupo prefere seguir quem se levanta, a se levantar para realizar algo.</p>
<p>Outros, despertos, optam por procurar os culpados – causadores da falta de direção. Esse grupo condena todos/as como motivadores de tal desconforto (jovens, instituições, Deus, diabo, mulheres, revoluções, ciência e etc). Acordaram para apontar os culpados, mas não fazem nada para modificar a situação.</p>
<p>Alguns decidiram iniciar a guerra dentro do barco. Estão literalmente aproveitando a situação para agredir, matar, explorar, roubar, denegrir, manipular, iludir. A sensação é que todos estão falando ao mesmo tempo, no intuito de encontrar um caminho. Mas, estão todos perdidos no que discursam, pois estão “de costas” para a realidade que convida a encontrar uma nova rota.</p>
<p>Existe uma crise de valores. Isso significa uma nova construção destes para os novos tempos. A crise consiste em descobrir que, o que vivíamos e como vivíamos, não tem mais espaço para produzir vida. É necessário saber o que mudar. Nosso minicurso – parte 01 &#8211; que ocorrerá no próximo mês de Outubro nos auxiliará a desvelar a origem da crise, o desenvolvimento, as perspectivas e o que podemos<br />
fazer para construir algo novo. Quer entender melhor o que está acontecendo?<br />
Venha refletir conosco e compartilhar novos caminhos!</p>
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